Os avós atravessam o mundo.
A avó Haruko vem de Kumamoto, o avô Hiromu vem de Nara. Saem do Japão e recomeçam em Santo André, no ABC paulista. Trazem pouca bagagem e um jeito de viver que vai passar de geração em geração.

Kumamoto

Nara
Shiatsu com Patrick Yano, que fez sua formação no Japão. Há mais de vinte anos com a clínica em Porto Alegre e parcerias no Rio Grande do Sul e em Santo André (SP). Atende na clínica ou na sua casa.
No Japão existe uma palavra para o intervalo entre duas coisas: ma. Entre uma pressão e a próxima, o corpo escuta. É ali que ele solta.
A avó Haruko vem de Kumamoto, o avô Hiromu vem de Nara. Saem do Japão e recomeçam em Santo André, no ABC paulista. Trazem pouca bagagem e um jeito de viver que vai passar de geração em geração.


Patrick nasce em Bragança Paulista e é criado pelos avós em Santo André. Em casa, o sapato fica na porta. Comida, língua, educação e respeito vêm do Japão.

“Foram eles que me educaram e criaram.”
Em 2000, Patrick faz a viagem ao contrário. Mora seis anos entre Iwata e Hamamatsu, trabalhando e estudando. O primo tinha entrado em fisioterapia; ele procurou a área mais perto e achou o shiatsu. Foram três anos e meio de curso, em japonês.
“Uma coisa que aprendi no Japão e nunca esqueci: tenha paciência e persistência, que as coisas acontecem.”

De volta ao Brasil, vem para o Sul por causa da família. Aqui conhece o Sr. Yasui, que ele considera um pai. Foi ele quem mostrou o caminho do trabalho. Patrick completa a formação na escola Atsukai e hoje atende uma pessoa por vez, no tempo que o corpo pede.

Espírito de luta, no sentido de não largar no meio. Foram três anos e meio de curso em japonês, longe de casa, e depois recomeçar do zero no Brasil. Dor antiga pede o mesmo de quem chega: voltar na semana seguinte.
Palavra das artes marciais: a atenção que continua depois do golpe. No shiatsu, é o cuidado que não acaba quando a mão sai do corpo. Por isso a sessão termina com pausa, sem pressa.
No Japão, ofício levado a sério vira caminho: judô, shodô, sadô. Não tem formatura. Tem prática, todo dia, do mesmo jeito.
Dedos, palmas e às vezes cotovelos, ponto por ponto, ao longo do corpo. Sem aparelho, sem óleo. Você fica de roupa.
Na medicina oriental, ki é a energia que corre pelo corpo em canais chamados meridianos. Onde há um bloqueio, aparece a tensão. É ali que o shiatsu trabalha.
No Japão, shiatsu é profissão regulamentada desde os anos 1950. Patrick estudou três anos e meio lá, em japonês, que ele fala fluente.
Explicar ajuda. Sentir na maca explica melhor.
Quero agendar →Onde dói, desde quando, o que melhora e o que piora. Ele escuta antes de tocar.
Você fica vestido. Venha de roupa folgada, de algodão se tiver.
Na maca. Ele ajusta a força pela resposta do seu corpo: firme onde precisa, leve onde não.
Alguns minutos parado. Ele vê como o corpo ficou e diz o que fazer até a próxima sessão.
Shiatsu não substitui médico. Funciona ao lado dele.
“Quase todo mundo chega achando que shiatsu cura na hora. Ele proporciona a autocura.”Patrick Yano
Na clínica ou na sua casa. De segunda a sábado.
Marcar minha sessão →Toque no círculo. Ele cresce, você puxa o ar. Ele diminui, você solta.

Patrick Yano nasceu em Bragança Paulista e foi criado pelos avós japoneses em Santo André. Estudou shiatsu três anos e meio no Japão e se formou também na escola Atsukai. Em Porto Alegre, complementou a formação com a experiência do Sr. Yasui. Fala japonês fluente.
No nome, 矢野 (Yano) vem do pai e 平井 (Hirai) vem da mãe. Dos avós veio a regra que ele segue até hoje.
“Meus avós diziam: faça o seu melhor.”
Atende na clínica da Rua João Paetzel, em Porto Alegre, e também em domicílio. Quem entra no espaço dele vê um ambiente calmo e tranquilo.
“Faça shiatsu para sua qualidade de vida.” Três perguntas, e a mensagem chega pronta para o Patrick no WhatsApp.
Não deveria doer. A pressão é firme, mas Patrick ajusta pelo que você sente e pergunta durante a sessão.
Não. O shiatsu é feito com você vestido. Venha com roupa leve e confortável.
Entre 45 minutos e uma hora, na maca, com a conversa no começo e a pausa no fim.
Depende do seu corpo. Cada um reage de um jeito, e o Patrick não promete número de sessões. O próprio corpo mostra se precisa voltar.
Não. O shiatsu ajuda o corpo a se recuperar sozinho, o que o Patrick chama de autocura. O alívio costuma vir, mas é o corpo que faz o trabalho.
Na clínica da Rua João Paetzel, 1163, em Porto Alegre. O Patrick também atende em domicílio.
De segunda a sexta, das 8h às 21h. Aos sábados, das 8h ao meio-dia. O agendamento é pelo WhatsApp.
O mestre do Patrick em Porto Alegre, que ele considera um pai. Depois de três anos e meio de curso no Japão, foi com o Sr. Yasui que ele encontrou o jeito de trabalhar que usa até hoje.